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    Sobe para 29 o número de mortos em ação policial no Jacarezinho

    A Polícia Civil confirmou que uma das vítimas que chegou com vida no hospital não resistiu e morreu neste sábado (8)

    Pauline Almeida, da CNN, no Rio de Janeiro

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    A polícia Civil do Rio de Janeiro informou neste sábado (8) que subiu para 29 o número de mortos na operação realizada no Jacarezinho, na zona norte da capital fluminense, na última quinta-feira (6). Até então havia a confirmação de 28 mortos.

    A 29ª vítima teria sido levada viva para hospital, mas não resistiu. A Polícia Civil afirma que deflagrou uma operação contra uma organização criminosa responsável por homicídios, roubos, sequestros e aliciamento de menores no Rio de Janeiro e confirma que o policial André Frias morreu durante a ação. Os outros 28 mortos seriam suspeitos de envolvimento com o crime, de acordo com a polícia. 

    O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, falou sobre a operação realizada pela Polícia Civil na favela do Jacarezinho, e afirmou que a ação foi o “fiel cumprimento de dezenas de mandados expedidos pela Justiça”. 

    Duas pessoas que estavam em uma composição do metrô parada na estação de Triagem foram atingidas por balas perdidas, segundo a polícia, e ficaram feridas. Os passageiros foram socorridos e levados aos hospitais Salgado Filho e Souza Aguiar, na capital fluminense.

    Operação da Polícia Civil no Jacarezinho resultou em 25 mortes
    Operação da Polícia Civil no Jacarezinho resultou em 25 mortes (06.mai.2021)
    Foto: Reprodução / CNN

    Em nota, o governo do Rio de Janeiro afirmou que “lamenta as vidas perdidas na operação”.

    “A ação foi pautada e orientada por um longo e detalhado trabalho de inteligência e investigação, que demorou dez meses para ser concluído. Para garantir a transparência e a lisura da operação, todos os locais de confrontos e mortes foram periciados. É lastimável que um território tão vasto seja dominado por uma facção criminosa que usa armas de guerra para oprimir milhares de famílias”, afirmou o governo em nota. 

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