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    STJ mantém prisão de Monique Medeiros, acusada de matar o filho Henry Borel

    Suspeita estava em prisão domiciliar desde o início de abril, mas em junho, por determinação da Justiça, retornou para o Complexo de Gericinó, no Rio de Janeiro

    Monique Medeiros, mãe de Henry Borel e acusada de omissão na morte de seu filho
    Monique Medeiros, mãe de Henry Borel e acusada de omissão na morte de seu filho Jaqueline Frizon/CNN

    Gabriela CoelhoIsabelle Resendeda CNN

    em Brasília

    O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Humberto Martins, negou um pedido feito pela defesa de Monique Medeiros para suspender a prisão preventiva.

    Com a decisão, Monique, que é acusada da morte do filho Henry Borel, de 4 anos, em março de 2021, continuará presa, junto com o ex-namorado, o médico e ex-vereador Jairo Souza Santos Junior, o Dr. Jairinho.

    Monique estava em prisão domiciliar desde o início de abril, mas em junho, por determinação da Justiça, retornou para o Instituto Penal Santo Expedito, no Complexo de Gericinó, em Bangu, na Zona Oeste do Rio.

    O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) restabeleceu a prisão preventiva da acusada, reformando decisão do juízo de primeiro grau que, em abril, havia substituído a medida por monitoramento eletrônico.

    Para o ministro Humberto Martins, a corte fluminense fundamentou devidamente o restabelecimento da prisão, de modo que não há flagrante ilegalidade que justifique o deferimento de liminar em regime de plantão.

    Martins apontou ainda que o pedido de liminar se confunde com o próprio mérito do habeas corpus, motivo pelo qual se deve aguardar a análise mais aprofundada do caso, a ser realizada quando do julgamento definitivo pela Quinta Turma, onde o relator será o ministro João Otávio de Noronha.

    Procurada, a defesa ainda não se manifestou.