Durante o trabalho: gari é agredido com madeira na cabeça em Belo Horizonte

Vítima precisou ser encaminhada a uma unidade de saúde da cidade; sindicato diz que seguirá acompanhando de perto a situação

Khauan Wood e Yasmin Silvestre, da CNN Brasil*, São Paulo
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Um gari foi agredido com golpes de madeira na cabeça no Parque Municipal Amílcar Vianna Martins, em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, na última sexta-feira (17). As agressões aconteceram enquanto o funcionário prestava serviços no local.

De acordo com o Sindibel (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Belo Horizonte), a vítima de 61 anos, que ainda não teve sua identificação divulgada, foi encaminhada a uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento).

Após o atendimento, ele foi ouvido pela PCMG (Polícia Civil de Minas Gerais), que lavrou um TCO (Termo Circunstanciado de Ocorrência), pelos crimes de ameaça e lesão corporal. Ainda não se sabe os motivos das agressões.

O agressor era um homem de 31 anos e também não foi identificado. Ele também foi conduzido à delegacia para prestar esclarecimentos.

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Em nota, o Sindibel repudiou veementemente o episódio e afirmou que seguirá acompanhando de perto a situação e continuará cobrando da Prefeitura de Belo Horizonte medidas de segurança.

Além disso, o sindicato informou que há uma base da GCM (Guarda Civil Municipal) no parque, mas a assistência à vítima chegou apenas após as agressões.

Veja a nota na íntegra:

O Sindibel repudia veementemente o episódio de violência sofrido por um Gari da SLU, lotado no Parque Municipal Amílcar Vianna Martins no Bairro Cruzeiro. No dia 17/10/25, o trabalhador sofreu agressão física com vários golpes de madeira na região da cabeça, precisando ser atendido na Unidade de Pronto Atendimento - UPA Centro Sul, com traumatismos múltiplos, e, posteriormente, foi atendido pela Polícia Civil.

Embora houvesse a presença de uma base da guarda municipal no local, a assistência só chegou após o ocorrido. O Sindibel, ao tomar conhecimento do fato, entrou em contato com o trabalhador para apurar a situação, acionou a gestão, cobrando reunião em caráter de urgência. Além disso, disponibilizou assessoria jurídica e a coordenação do sindicato para providências cabíveis

O Sindibel seguirá acompanhando de perto a situação e continuará cobrando da Prefeitura de Belo Horizonte medidas de segurança nas unidades para que situações graves de violência contra o trabalhador não aconteçam.

*Sob supervisão de AR.