Cidades da Grande São Paulo reajustam tarifa de ônibus para 2026; veja
Reajuste é de 5,2% em Osasco, Barueri, Carapicuíba, Jandira e Itapevi; Campinas também terá aumento de 4,24%

A Prefeitura de São Paulo e o Governo do Estado anunciaram, nesta segunda-feira (29), o reajuste da tarifa de ônibus e transportes do sistema metroviário para 2026. Além da capital paulista, outras seis cidades na Grande São Paulo comunicaram o aumento das tarifas de transporte público para o ano que vem.
Segundo o Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo (Cioeste), a partir do dia 5 de janeiro, a passagem de ônibus fica 5,2% mais cara em Osasco, Barueri, Carapicuíba, Jandira e Itapevi. No dia seguinte, 6 de janeiro, o aumento é aplicado em São Paulo, e vai passar de R$ 5,20 para R$ 5,40 no metrô e trens e de R$ 5,00 para R$ 5,30 nos ônibus municipais.
O reajuste do valor foi justificado com “base me critérios técnicos e legais, considerando a recomposição e custos operacionais do sistema, com o objetivo de manter a qualidade, segurança e regularidade dos serviços prestados à população".
Além dos cinco municípios que fazem parte do Consórcio, a prefeitura de Campinas (SP) também informou que aplicará o aumento das tarifas no transporte público da cidade. A recomposição será de 4,24% e será adotada nesta quinta-feira (1° de janeiro). O Bilhete Único Comum custará R$ 6 e o Vale-Transporte será de R$ 6,50.
"O reajuste da tarifa é necessário para manter o equilíbrio econômico-financeiro do sistema, que teve aumento nos custos por conta da variação dos preços de insumos como combustível e mão de obra", afirmou a prefeitura em nota.
Em Osasco (SP), a passagem vai de R$ 5,80 para R$ 6,10 para pagamento em dinheiro. A média diária é de 108 mil passageiros transportados, segundo a prefeitura.
Na capital, a prefeitura informa que o aumento corresponde a 3,85%, percentual inferior à inflação do período, estimada em 4,46% pelo IPC-Fipe, índice que mede a inflação que mede a variação do custo. Os créditos comprados até as 23h59 do dia 5 de janeiro, no valor de R$ 5, terão validade de 180 dias.
A Prefeitura de São Paulo ainda informa que, a capital tem uma das menores tarifas da Região Metropolitana e a mais barata do país, ao considerar a integração gratuita que passageiro pode fazer em até quatro ônibus no período de três horas com o Bilhete Único.


