Estado deve dar resposta ao crime, diz Secretário de Segurança Pública
Em meio às ameaças do PCC contra autoridades, incluindo o promotor Lincoln Gakiya, Mario Sarrubbo afirma que o país tem condições de garantir a segurança necessária
O secretário nacional de Segurança Pública, Mario Sarrubbo, afirmou que o Estado brasileiro está preparado para oferecer proteção adequada às autoridades ameaçadas por organizações criminosas e dar respostas efetivas ao crime organizado.
Em entrevista ao Bastidores CNN, Sarrubbo destacou a importância de estruturar um sistema de segurança robusto, mencionando um projeto já aprovado pelo Congresso Nacional que aguarda encaminhamento para sanção. O Projeto de Lei chamado de “PL Antifacção” prevê a criação de um banco nacional de dados de organizações criminosas.
Resposta ao crime organizado
Sarrubbo enfatizou que ataques contra agentes públicos não intimidarão as instituições. "Matar o Lincoln não significa absolutamente que o combate vai terminar, muito pelo contrário, o combate vai se intensificar", declarou, referindo-se ao promotor Lincoln Gakiya, que está na mira da facção criminosa.
O secretário ressaltou que existem aproximadamente dois mil membros do MPSP (Ministério Público de São Paulo), além de milhares de policiais civis, delegados, investigadores, policiais militares e agentes da Polícia Federal trabalhando contra o crime organizado.
Sarrubbo disse ainda que ações violentas contra autoridades apenas complicam a situação das organizações criminosas, e que o Estado brasileiro demonstra estar preparado para oferecer tanto a proteção necessária quanto as respostas adequadas a essas ameaças.


