Palmeiras pede abertura de inquérito após ataque com bombas no CT
Leila Pereira, presidente do clube, disse que os agressores são "bandidos" e clube classificou a ação como um "atentado" terrorista

O Palmeiras protocolou um pedido de abertura de inquérito policial após um ataque violento com bombas no Centro de Treinamento do Clube, que ocorreu na madrugada último domingo (10). Ninguém ficou ferido.
A presidente do clube, Leila Pereira, classificou os agressores como "bandidos" e falou sobre a crescente onda de vandalismo e violência no esporte. "Para combatermos esse tipo de vandalismo, é necessário aplicar punições severas e retirar essas pessoas do convívio da sociedade", afirmou ela.
O clube chegou a se referir ao último ataque como "atentado terrorista". O advogado criminalista Euro Maciel Filho, que representa o Palmeiras, reforçou que a segurança do clube foi comprometida.
As câmeras de segurança do local registraram o momento em que ao menos cinco indivíduos, encapuzados, lançaram os artefatos explosivos, o que motivou o clube a reunir evidências e solicitar uma investigação detalhada.
"Havia um segurança na guarita que, por pouco, não foi atingido pelos fogos. Estamos analisando a possibilidade de crimes como periclitação da vida e danos ao patrimônio", afirmou Euro Maciel Filho.
O pedido foi endereçado ao Delegacia de Repressão aos Delitos de Intolerância Esportiva (Drade).
Na última quarta-feira (6), o Verdão foi eliminado pelo Corinthians nas oitavas de final da Copa do Brasil ao perder o segundo jogo do confronto em pleno Allianz Parque. O time também foi derrotado na partida de ida, na Neo Química Arena.
Diante do cenário, o clima de pressão aumentou, pois a torcida verbalizou manifestações fortes contra o momento da equipe alviverde.


