Secretário explica limpeza de casa de coronel onde PM foi achada morta
Osvaldo Nico afirmou que equipe da Polícia Militar realizou limpeza do apartamento onde Gisele Alves Santana foi encontrada morta por "questão humanitária"
A Polícia Civil continua investigando a morte da policial militar Gisele Alves Santana, caso que ganhou novos desdobramentos após a prisão do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, principal suspeito do homicídio da esposa.
Durante coletiva de imprensa nesta quarta-feira (18), o secretário de Segurança Pública de São Paulo, Osvaldo Nico, abordou um ponto controverso da investigação: a limpeza do apartamento onde o crime ocorreu, realizada horas depois da morte por uma equipe da Polícia Militar.
Inicialmente, a morte de Gisele Alves Santana foi tratada como suicídio, mas investigações posteriores levantaram suspeitas que resultaram na prisão do marido.
Segundo Nico, a ação foi realizada após a liberação do local pelas autoridades competentes. "O local estava liberado, já se fazia há um tempo. Era um caso de suicídio. O local foi liberado pela polícia técnica, não havia nada. Questão humanitária, eles ajudaram", declarou o secretário.
O secretário ressaltou que esse tipo de serviço é oferecido pela corporação em situações semelhantes. "A Polícia Militar dispõe esse serviço para esse tipo de caso, o pessoal da psicologia, a assistência social que vai tratar da vítima. Então, não é um caso que foi só por causa dele. Esse caso já acontece com todo mundo que precisa, a Polícia Militar dispõe desse serviço", explicou.
A Justiça Militar já concluiu o inquérito sobre o caso, mas a Polícia Civil segue com as investigações em andamento, em um trabalho conjunto com a Polícia Militar.


