Veja itens levados por grupo que furtou R$ 1 milhão de joalheria em SP
Dona do estabelecimentou contou detalhes à polícia sobre último inventário de cofre onde joias ficavam armazenadas; imagens mostram momento em que suspeitos acessam prédio e cometem crime

A dona da joalheria que sofreu um furto de R$ 1 milhão, na tarde da última segunda-feira (16), em Moema, zona sul de São Paulo, contou à polícia detalhes sobre os itens levados pelo grupo criminoso.
Em depoimento, ela disse que um cofre, com cerca de 400 kg, foi subtraído do local. Segundo a mulher, no último inventário realizado no armazenador das joias, havia "aproximadamente 100 peças de ouro com diamante, sendo 26 pares de brincos, 15 anéis, 32 colares, 9 pingentes, 6 correntes e 5 pulseiras no valor estimado de mais de R$ 1 milhão."
A dona do estabelecimento também disse que outras joias poderiam estar no cofre, mas ela não saberia confirmar a informação. No registro policial, a mulher ainda afirmou que os itens não teriam seguro.
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Além das joias avaliadas em R$ 1 milhão, os suspeitos ainda levaram um faqueiro de prata, travessas e pratos. Os três itens foram localizados em uma sacola deixada pelos suspeitos no prédio onde ocorreu o caso.
Invasão ao prédio
Imagens obtidas pela CNN Brasil mostram o momento em que homens entram no prédio onde fica o estabelecimento e acessam os elevadores. Em um dos registros, é possível ver ao menos seis homens, alguns com os rostos cobertos e luvas nas mãos. Eles foram gravados por câmeras de segurança.
As imagens mostram ainda que os criminosos desligaram uma das câmeras. Veja abaixo:
De acordo com a SSP (Secretaria de Segurança Pública), policiais militares foram acionados após a vítima constatar que a entrada do estabelecimento havia sido danificada e o interior completamente revirado. A apuração do caso segue pela 2ª Cerco. A autoridade policial identificou suspeitos de envolvimento no caso, sendo que um deles já está preso.
Até o momento, a mulher de um dos investigados foi presa por posse ilegal de arma de fogo de uso permitido e restrito, bem como por receptação de placas veiculares. Porém, as autoridades afirmam que ainda não há comprovação que ela tenha participação efetiva na associação criminosa.
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Segundo a dona da joalheria, o grupo já teria circulado pela região previamente na última sexta-feira (13), sob o pretexto de prestar serviços, "ocasião em que teriam realizado reconhecimento do local."
A ocorrência foi registrada no 27º Distrito Policial (Ibirapuera), que requisitou perícia. As investigações prosseguem para identificar os autores e esclarecer todas as circunstâncias dos fatos.


