Intoxicação por metanol: Paraná confirma mais duas mortes
Três pessoas já morreram no estado; seis casos foram confirmados e 25 notificados
A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná confirmou, nesta quarta-feira (22), mais duas mortes por intoxicação por metanol, após o consumo de bebida alcoólica. Ao todo, o Paraná já registrou 25 notificações e seis casos confirmados.
Uma das mortes foi uma mulher, de 41 anos, de Curitiba, que estava internada em estado grave desde o dia 11 de outubro. Ela possuía doenças crônicas e outras comorbidades.
O segundo caso é de um homem, de 43 anos, morador de Almirante Tamandaré, na Região Metropolitana de Curitiba. Ele deu entrada em um serviço de saúde na segunda-feira (20) como caso suspeito e confirmado na terça-feira (21).
Com os dois casos de hoje, o número de mortos no estado é de três.
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Novos casos
A pasta informou dois novos casos suspeitos no estado. Um homem, de 55 anos, internado em Curitiba e um outro homem, de 54 anos, internado em São Miguel do Iguaçu.
Um caso suspeito em Curitiba, de uma mulher de 49 anos, foi descartado pela pasta. O estado já registrou três mortes. São seis casos confirmados, sendo eles:
- 4 em Curitiba
- 1 em Almirante Tamandaré
- 1 em Foz do Iguaçu
O primeiro caso registrado no Paraná, um homem de 60 anos que estava internado em Curitiba desde o dia 1º de outubro, teve alta hospitalar nesta quarta-feira (22). Com isso, o Paraná não possui mais casos confirmados internados no momento.
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Recomendações
Como medida preventiva, especialistas recomendam evitar o consumo de bebidas destiladas no momento, optando por cervejas e vinhos.
A identificação visual de produtos adulterados é praticamente impossível, mesmo para pessoas experientes, devido à sofisticação das falsificações.
Em caso de suspeita de intoxicação, especialmente na presença de alterações visuais ou sintomas mais intensos que uma ressaca comum, a orientação é buscar atendimento médico imediatamente.
O diagnóstico e tratamento precoces são fundamentais para aumentar as chances de sobrevivência e reduzir o risco de sequelas permanentes.


