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    Tivemos casos de pacientes que ficaram com coração artificial por até 6 anos, diz Kalil à CNN

    Apresentador do CNN Sinais Vitais explicou que o equipamento é indicado para os casos em que o paciente não é elegível para transplante

    Roberto Kalil, presidente do InCor e apresentador do CNN Sinais Vitais, falou sobre coração artificial
    Roberto Kalil, presidente do InCor e apresentador do CNN Sinais Vitais, falou sobre coração artificial Reprodução CNN

    Flávio Ismerimda CNN

    São Paulo

    O presidente do InCor e apresentador do CNN Sinais Vitais, Roberto Kalil, afirmou, neste sábado (26), que já teve casos de pacientes que ficaram até 6 anos com um coração artificial implantado.

    “Tivemos caso de paciente que, por qualquer razão, não foi submetido a transplante que ficou com esse dispositivo por até 6 anos de acompanhamento”, disse o cardiologista.

     

     

    Segundo Kalil, o equipamento funciona, como qualquer outro dispositivo, à base de bateria e garantiu que as pessoas que usam podem viver uma vida próxima do normal.

    “Ele funciona como parte do coração ligado a uma bateria que fica do lado do corpo, como se fosse uma bateria externa de qualquer dispositivo. O paciente tem que estar ligado a uma bateria. Ela carrega normalmente, na tomada, e ele tem uma vida próxima do normal.”

    O médico e apresentador explicou que o coração artificial é indicado para os casos de insuficiência cardíaca terminal em que o paciente não está elegível para o transplante, que é o tratamento mais indicado nessas circunstâncias.

    O equipamento também pode ser usado caso o paciente esteja esperando por um transplante e fique instável. “Muitas vezes o paciente pode instabilizar enquanto espera na fila de transplante, esse coração pode ser usado como ponte para transplante”, disse Kalil.

    Veja também: Faustão entra na fila para transplante de coração

    *Entrevista produzida por Elis Franco