PSDB confirma candidatura de Covas à reeleição em aliança com MDB e DEM

Prefeito confirmou o vereador Ricardo Nunes (MDB) como candidato a vice e coligação com nove partidos, que deve ser a maior das eleições de São Paulo

Guilherme Venaglia, da CNN, em São Paulo
12 de setembro de 2020 às 15:58 | Atualizado 12 de setembro de 2020 às 18:25

O Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) aprovou neste sábado (12) a candidatura do prefeito Bruno Covas à reeleição. 

Covas, que assumiu após a renúncia do hoje governador João Doria (PSDB) em 2018, disputará o segundo mandato em coligação com outros oito partidos: DEM, MDB, Progressistas, Podemos, Cidadania, PL, PSC, Pros e o PV.

O candidato a vice-prefeito é o vereador Ricardo Nunes (MDB). Covas destacou a atuação dele à frente da CPI da Sonegação Tributária. "A escolha também reflete a boa relação que nós tivemos com o legislativo", disse o prefeito.

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), discursa após ser confirmado para concorrer à reeleição pelo PSDB
Foto: Reprodução/Zoom PSDBSP

No discurso em que aceita a candidatura, Bruno Covas disse que o seu trabalho durante a pandemia do novo coronavírus o credencia para um segundo mandato. 

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Durante a sua participação na convenção, o governador João Doria (PSDB) afirmou que a aliança fechada com MDB e DEM, partido do seu vice-governador Rodrigo Garcia representa "um centro democrático e liberal" e constroi uma nova força de união nacional.

O vereador Ricardo Nunes (MDB), candidato a vice-prefeito, o prefeito Bruno Covas (PSDB), o governador João Doria (PSDB) e o vice-governador Rodrigo Garcia (DEM)
Foto: Assessoria João Doria/Divulgação

A aliança entre os três partidos também envolve um apoio à candidatura do deputado Baleia Rossi (MDB-SP) à presidência da Câmara dos Deputados em fevereiro. 

"Um passo de cada vez. Após as eleições deste ano teremos uma indicação mais clara da força dessa união, que no plano nacional integra PSDB, MDB e DEM", disse Doria ao lado de Covas após votar.

Bolsonaro

O prefeito Bruno Covas também sobre a sua relação com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e afirmou que não leva em consideração as relações políticas no momento de políticas públicas de interesse para os paulistanos. Citou como exemplo o apoio da Prefeitura ao pagamento do auxílio emergencial e na organização logística de atendimentos na Caixa.

(Com informações do Estadão Conteúdo)