Sidney: Bolsonaro deverá dizer à PF quais providências tomou no caso Covaxin

No quadro Liberdade de Opinião, jornalista repercutiu inquérito da PF contra o presidente Jair Bolsonaro por prevaricação

Da CNN, em São Paulo
13 de julho de 2021 às 09:46

No quadro Liberdade de Opinião desta terça-feira (13), Sidney Rezende repercutiu o inquérito aberto pela Polícia Federal (PF) contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para apurar se houve crime de prevaricação no caso da compra da vacina Covaxin.

A investigação ocorre após os irmãos Miranda terem afirmado à CPI da Pandemia que avisaram Bolsonaro sobre supostas irregularidades no contrato do imunizante. 

"[Bolsonaro] deve responder para a Polícia Federal que tomou providências e vai dizer quais foram porque há uma certa dúvida se ele teria pedido ao general [Eduardo] Pazuello, como chegou a se dizer, ou se teria pedido para o secretário-executivo [Elcio Franco] para que pudesse fazer essa investigação [no contrato da Covaxin]", afirmou Rezende.

"Isso tudo vai ficar um pouco mais claro quando ele responder para a PF. Agora, investigação na Polícia Federal não é culpabilidade de ninguém. É uma investigação, o nome é esse", disse o jornalista. "Lembrando que quando o ministro Celso de Mello, ainda ministro do Supremo, pediu explicações a ele sobre estar pressionando a PF à época do ministro Sergio Moro, aquele caso ficou parado e não significa que esse vai andar."

O Liberdade de Opinião tem a participação de Sidney Rezende e Alexandre Garcia. O quadro vai ao ar diariamente na CNN.

Sidney Rezende no quadro Liberdade de Opinião
Foto: CNN Brasil (13.jul.2021)

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