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    “Agora depende dos líderes”, diz Pacheco à CNN sobre CPI da Braskem

    Presidente do Senado Federal deve reunir os líderes partidários ainda nesta semana para discutir prioridades da pauta antes do recesso

    Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco
    Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco 08/12/2021 Adriano Machado/Reuters

    Gustavo Uribeda CNN

    em Brasília

    O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse à CNN que o funcionamento da CPI da Braskem depende dos líderes partidários.

    Até agora, apenas o MDB indicou integrantes para o colegiado federal.

    “Eu fiz a leitura no plenário faz um tempo. Agora, depende dos líderes indicarem os membros”, disse Pacheco à CNN.

    O senador Renan Calheiros (MDB-AL), proponente da iniciativa, está disposto a visitar líderes partidários, mesmo enquanto se recupera de uma cirurgia que fez recentemente para corrigir um descolamento de retina.

    O recesso de fim de ano e a pauta pesada do Senado Federal podem, no entanto, impedir o funcionamento da CPI da Braskem neste ano.

    A pausa parlamentar tem início no dia 23, mas os líderes partidários já costumam voltar a seus redutos eleitorais a partir do dia 17.

    Nesta semana, os congressistas devem retornar a Brasília apenas na quarta-feira (6), já que muitos viajaram para a COP28.

    E, na próxima, a Casa Legislativa deve se debruçar sobre a pauta econômica e sabatinas para a Suprema Corte e a Procuradoria-Geral da República (PGR).

    Os técnicos da sala de situação montada para acompanhar a situação da mina da Braskem, que corre risco iminente de colapsar em Maceió, constataram que a velocidade de afundamento do solo no local diminuiu neste domingo (3).

    Apesar disso, o grupo seguirá com o monitoramento integral na região.

    A Prefeitura de Maceió decretou situação de emergência, na última quarta-feira (29), por risco iminimente de colapso de uma mina da petroquímica Braskem na Lagoa Mundaú, no bairro do Mutange.

    Segundo o governo do estado, houve cinco abalos sísmicos na área no mês de novembro, e o possível desabamento pode ocasionar a formação de grandes crateras na região.

    A Defesa Civil de Alagoas alertou que uma ruptura no local pode ter um efeito cascata em outras minas.