Alcolumbre classifica morte de Miguel Uribe como “ataque à democracia”

Político colombiano estava internado em Bogotá desde o início de junho, após sofrer um atentado

Tainá Falcão e Leonardo Ribbeiro, da CNN, Brasília
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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), disse que a morte do senador e pré-candidato à presidência da Colômbia, Miguel Uribe, é um ataque à democracia.

“A morte de um parlamentar, no exercício de sua missão pública, é um ataque à democracia e reforça a urgência de combatermos, com firmeza, toda forma de violência política”, declarou em nota.

Em nome do Senado, Alcolumbre manifestou solidariedade à família, aos amigos, aos colegas parlamentares e a todo o povo colombiano neste momento de dor.

O político da Colômbia Miguel Uribe era neto de Julio César Turbay Ayala (Partido Liberal), que governou o país entre 1978 e 1982, e faleceu em 2005.

Miguel sofreu um atentado em 7 de junho, na capital colombiana, durante uma campanha que pedia a consulta da população para uma reforma trabalhista, defendida pelo atual presidente da Colômbia, Gustavo Petro.

Até o momento, seis pessoas foram presas por suposto envolvimento no atentado contra o parlamentar.

Ele era senador desde 2022 pelo partido Centro Democrático. Foi candidato à prefeitura de Bogotá em 2019, terminando a disputa em quarto lugar.

Maria Claudia Tarazona, esposa de Miguel, anunciou a morte do marido nas redes sociais: “Peço a Deus que me mostre o caminho para aprender a viver sem você”, escreveu ela. “Descanse em paz, amor da minha vida, eu cuidarei dos nossos filhos.”