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    Anderson Torres monta pool de advogados e pede para STF reconsiderar prisão

    Ex-secretário de Segurança do DF diz ter tomado todas as providências cabíveis que estavam ao seu alcance para evitar os atos criminosos de domingo (8) na Esplanada dos Ministérios

    Caio Junqueira

    O ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal Anderson Torres apresentou nesta quarta-feira (11) ao Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido de reconsideração de sua prisão.

    A petição foi apresentada por um pool de advogados contratados por ele liderados por Rodrigo Roca, que já advogou para o ex-governador do Rio Sergio Cabral e para o senador Flavio Bolsonaro (PL-RJ).

    Roca também assessorou Torres na Justiça. Além dele, o ex-senador Demóstenes Torres também integra o time.

    Na petição apresentada ao STF, Anderson Torres diz ter tomado todas as providências cabíveis que estavam ao seu alcance para evitar os atos criminosos de domingo (8) na Esplanada dos Ministérios e que a operacionalização cabia à Polícia.

    Também diz que um protocolo de ações integradas foi assinado com os Três Poderes.

    Aponta também que exonerações que foram feitas na transição do governo federal podem ter contribuído para o apagão que houve na área de inteligência das forças de segurança, uma vez que muitos setores foram esvaziados.

    Ele informa estar pronto para se apresentar à Justiça brasileira, muito embora, segundo seus interlocutores, ainda não haja uma data prevista para a chegada. A expectativa é de que possa ocorrer uma revisão da decisão.

    A petição, porém, foi apresentada antes da decisão do plenário referendando a prisão, o que deve levar os advogados a apresentarem novo pedido.

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