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    Ao lado de Paes, Lula inaugura ginásio e anuncia instituto federal no Rio de Janeiro

    Em discurso, presidente ressaltou ações de seu governo na área da educação e elogiou prefeito do Rio

    Renata Souzada CNN

    São Paulo

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cumpriu agendas nesta quarta-feira (7) no Rio de Janeiro. Pela manhã, o atual mandatário participou, ao lado do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), da inauguração de um ginásio educacional no Parque Olímpico, nesta quarta-feira (7).

    A cerimônia também marcou o anúncio do campus Parque Olimpico/Cidade de Deus do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ).

    Ressaltando os investimentos de sua gestão na área da educação, o presidente afirmou que seu governo tenta “apostar que o povo brasileiro é tão inteligente quanto qualquer outro povo e o que ele precisa é apenas ter oportunidade de ter acesso às coisas que todo ser humano deveria ter”.

    “O que nós estamos fazendo é tentando dar ao Brasil, no século 21, uma oportunidade que não deram para ele em nenhum século”, disse.

    Lula voltou a citar o programa do governo federal que custeará poupança para estudantes de baixa renda que concluírem o ensino médio.

    “Ou a gente aposta, verdadeiramente, que através da educação a gente vai salvar esse país ou a gente vai ficar na mediocridade”, defendeu.

    Sobre Paes, o petista afirmou que a população carioca tem um “prefeito especial”

    “Não estou dizendo que alguém é obrigado a gostar dele ou não, não precisa gostar, ninguém está querendo casar, o que a gente queria é que vocês respeitassem a diferença do prefeito que vocês tiveram pouco tempo atrás e do trabalho que ele faz nesses anos que ele voltou à Prefeitura.”

    “Eu nunca tive divergência se a pessoa é mais a esquerda, se a pessoa é liberal, eu nunca tive esse problema”, acrescentou Lula.

    Durante a tarde, Lula seguiu para cerimônia de anúncio de outra unidade do IFRJ no Complexo do Alemão.

    Na ocasião, o presidente voltou a defender a educação como ferramenta de transformação social.

    “A gente não acha bonito ser pobre, a gente não tem orgulho, a gente não gosta de morar mal, a gente não gosta de se vestir mal. A gente gosta de tudo de primeira. É para isso que a gente nasce e é para isso que a gente tem que brigar, sem se conformar que a gente é cidadão de segunda classe. Então é essa revolução que a educação tem que fazer na vida”, declarou.