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    Aras pede a STF para anexar depoimento de Weintraub antes de se posicionar

    Nesta sexta, o ministro da Educação ficou em silêncio durante o depoimento à PF

    Ministro da Educação, Abraham Weintraub, na reunião ministerial em 22 de abril, no Palácio do Planalto.
    Ministro da Educação, Abraham Weintraub, na reunião ministerial em 22 de abril, no Palácio do Planalto. Foto: Marcos Corrêa/PR

    Da CNN, em São Paulo

    O procurador-geral da República, Augusto Aras, pediu, nesta sexta-feira (29) que o Supremo Tribunal Federal (STF) inclua o termo de depoimento do ministro da Educação, Abraham Weintraub, no habeas corpus do governo federal que pede a suspensão do “inquérito das fake news”.
     
    Aras respondeu ao pedido de manifestação feito pelo relator do caso, o ministro Edson Fachin. Ele afirmou que o processo enviado por Fachin não continha os dados do inquérito nem o termo do depoimento prestado na sexta por Weintraub à Polícia Federal. A CNN informou nesta sexta que o ministro da Educação ficou em silêncio durante o depoimento.

    “Os autos vieram desacompanhados de cópia do procedimento investigatório em que determinado o depoimento do paciente, bem como do termo das declarações prestadas na data de hoje pelo ministro. Em face do exposto, o procurador-Geral da República, ao tempo em que manifesta ciência do ato processual ordinatório, informa que, instruídos os autos, apresentará manifestação no prazo legal”, afirma o documento da PGR.

    No dia 26, o ministro Alexandre de Moraes determinou que Weintraub depusesse no inquérito por conta de declarações dadas na reunião ministerial de 22 de abril, em que o ministro da Educação sugere a “prisão” dei ntegrantes do STF. O vídeo desse compromisso foi anexado a outro inquérito, que apura suposta interferência do presidente Jair Bolsonaro na Polícia Federal, e o conteúdo veio a público na semana passada.