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    Eleições 2022

    Bolsonaro volta a defender redução da maioridade penal caso reeleito

    Em evento de campanha no Piauí, presidente fez novas críticas aos institutos responsáveis pela realização de pesquisas eleitorais

    Em evento no Piauí, Bolsonaro volta a defender redução da maioridade penal caso reeleito.
    Em evento no Piauí, Bolsonaro volta a defender redução da maioridade penal caso reeleito. Reprodução / Facebook

    CNN Brasil

    O presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a defender, neste sábado (15), a redução da maioridade penal caso seja reeleito no segundo turno das eleições, no próximo dia 30.

    Enquanto fazia críticas ao seu adversário, o ex-presidente Lula (PT), ele disse que jovens de 16 e 17 anos que “gostam de roubar celular e matar jovens” vão “apodrecer na cadeia”.

    “A grande maioria de jovens, honestos e estudantes, vão poder tirar sua carteira de motorista”, acrescentou o presidente, em um evento de campanha na capital piauiense de Teresina.

    Não é a primeira vez que o discurso contra a atual maioridade penal aparece nos eventos de Bolsonaro pelo Nordeste. Na última quinta (13), no Recife, ele afirmou que o Congresso eleito no primeiro turno das eleições, com expansão da direita, dará mais chances para aprovação da medida.

    Nas duas ocasiões, o presidente não especificou qual seria a nova idade indicada para a redução da maioridade.

    Bolsonaro discursou ao lado do senador eleito pelo Espírito Santo, Magno Malta (PL), e do ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira (PP), que é senador pelo estado do Piauí.

    Críticas às pesquisas eleitorais

    O presidente também aproveitou para lançar novas críticas contra os institutos responsáveis pela realização de pesquisas eleitorais.

    Puxando para seu lado o candidato derrotado na disputa pelo Senado, Joel Rodrigues (Progressistas), Bolsonaro disse que as pesquisas impediram a eleição de Joel e lhe “tiraram milhões de votos”.

    No Piauí, o ex-governador Wellington Dias (PT) foi eleito ao Senado com 51,34% dos votos, à frente de Joel, que teve 47,60% dos votos.

    “Não acreditem em institutos de pesquisas”, disse o presidente.

    Publicado por Léo Lopes, com informações de João Rosa