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    Cargo de ministro é de confiança do presidente, diz Alckmin sobre reforma ministerial

    Houve especulações de que o ministério comandado por Alckmin poderia entrar no tabuleiro das trocas, com o vice-presidente assumindo a função de gerenciar o Novo Pac, o que foi negado por ele

    Geraldo Alckmin, vice-presidente da República: "Eu não tive com o presidente nenhuma conversa a esse respeito (reforma ministerial)"
    Geraldo Alckmin, vice-presidente da República: "Eu não tive com o presidente nenhuma conversa a esse respeito (reforma ministerial)" Diogo Zacarias/MF

    Fernanda Trisotto, do Estadão Conteúdo

    O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, negou ter conversado com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a reforma ministerial.

    “Eu não tive com o presidente nenhuma conversa a esse respeito (reforma ministerial). A última conversa que tivemos no começo da semana foi sobre a indústria da Defesa, com a presença do ministro da Defesa, José Mucio. Mas vamos conversar. Cargo de ministro é de confiança do Presidente da República. A minha disposição é ajudar, é servir, ajudar o Brasil e colaborar com o governo do presidente Lula”, disse neste domingo (6) após reunião em Taubaté, no interior paulista.

    O governo está promovendo uma minirreforma ministerial para acomodar aliados do Centrão. Dois novos ministros já foram anunciados – os deputados André Fufuca (PP-MA) e Silvio Costa Filho (Republicanos-PE) -, mas ainda não há definição de quais pastas eles comandarão.

    Houve especulações de que o ministério comandado por Alckmin poderia entrar no tabuleiro das trocas, com o vice-presidente assumindo a função de gerenciar o Novo Pac, o que foi negado por ele.

    Ele também negou qualquer insatisfação com Celso Sabino, que assumiu o ministério do Turismo na última semana, substituindo Daniela Carneiro, na primeira mudança da reforma ministerial.

    “Não existe, eu não conversei nada disso com o presidente (sobre o PAC). O ministério é cargo do presidente da República e minha disposição é ajudar, colaborar. Ouvi na imprensa que teria tido conversa, mas não teve nenhuma, e que eu não teria ido à posse do ministro do turismo porque não estava contente. Mas não, é porque eu gosto de medicina e não me afastei até hoje. Teve um congresso de medicina em São Paulo e eu tinha me comprometido no início do ano de fazer a aula magna”, justificou.