Com possível anúncio de ministro da Justiça, PSB tenta "blindar" integrantes do partido

Líderes do partido destacam que pessebistas tiveram papel importante na reconstrução do governo

Gabriela Prado, da CNN, Brasília
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Com o nome de Ricardo Lewandowski, ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF), ganhando força para chefiar o Ministério da Justiça, integrantes do PSB buscam defender que os quadros do partido que integram a pasta devem continuar em "projetos para reconstrução do país".

Membros da legenda reforçam que a escolha é do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas defendem que atuais secretários da pasta foram importantes na oposição durante os anos do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e apresentaram resultados importantes em 2023 na pasta da Justiça.

Nesse primeiro grupo estão:

  • Elias Vaz, atual secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça,
  • e Tadeu Alencar, secretário nacional de Segurança Pública.

Ambos eram deputados na gestão de Bolsonaro e atuavam na oposição.

No segundo grupo, está Ricardo Cappelli, ministro interino da Justiça, nome defendido pelo partido para o comando do ministério.

O próximo líder do PSB na Câmara, Gervásio Maia, afirma que esse núcleo foi fundamental para oposição ao bolsonarismo e também para a organização partidária nas eleições de 2022.

"Foi um time que participou de toda essa caminhada. A gente alimenta a expectativa que o time possa continuar contribuindo no projeto, no trabalho realizado na reconstrução. Nós contamos com Lula e sabemos que ele enxerga o que esse time fez nos últimos anos", disse o deputado