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    Comissão de Ética do Planalto abre investigação sobre caso das joias trazidas ao Brasil por equipe de Bolsonaro

    Nesta apuração, ainda não consta a recente denúncia de que Bolsonaro teria ficado com outros objetos recebidos também do governo da Arábia Saudita

    Larissa Rodriguesda CNN

    Brasília

    A Comissão de Ética da Presidência da República decidiu abrir, durante reunião realizada nesta terça-feira (28), mais uma investigação para apurar os fatos que envolvem a chegada dos dois estojos joias trazidas por uma comitiva do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em outubro de 2021. No entanto, nesta apuração, ainda não consta a recente denúncia de que Bolsonaro teria ficado com outros objetos recebidos também do governo da Arábia Saudita ainda em 2019.

    Até agora, o que se sabe, é que nessa nova fase estão entre os investigados o ex-ministro de Minas e Energia Bento Albuquerque, o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro Mauro Cid, além de Marcos André Soeiro, ex-assessor de Bento Albuquerque que tentou passar na Receita Federal com o estojo que foi apreendido.

    Caberá à Comissão de Ética da Presidência da República analisar se houve algum comportamento profissional por parte dos então servidores públicos que desrespeita as normas previstas. A pena é uma repreensão pública pela conduta de uma autoridade, uma espécie de mancha no currículo, mas que não a impede de exercer novos cargos públicos.

    Também nesta terça, o colegiado decidiu abrir investigação para apurar a conduta do ministro das Comunicações no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Juscelino Filho, que usou avião da Força Aérea Brasileira (FAB) para ir a São Paulo e teria participado de leilões de cavalos de raça ao invés de realizar agenda oficial. Com isso, Juscelino passa a a ser o primeiro investigado do governo Lula na comissão.