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    ‘Comissionamento’, ‘não sou CEO da Davati’: as frases de Cristiano à CPI

    Representante da Davati Medical Supply no Brasil, Cristiano Carvalho prestou depoimento aos senadores nesta quinta-feira (15)

    Cristiano Carvalho.r epresentante da empresa Davati, durante depoimento à CPI da Pandemia
    Cristiano Carvalho.r epresentante da empresa Davati, durante depoimento à CPI da Pandemia Foto: Pedro França/Agência Senado

    Gregory Prudenciano e Renato Barcellos, da CNN, em São Paulo

    Nesta quinta-feira (15), o representante da Davati Medical Supply no Brasil, Cristiano Alberto Carvalho, prestou depoimento à CPI da Pandemia como testemunha. Logo no começo, ele afirmou que não é o CEO da Davati no Brasil, como disse, à CPI, Luiz Paulo Dominghetti, policial militar e revendedor de vacinas.

    Segundo Cristiano, ele é apenas “um vendedor da Davati, como outros no Brasil”. Ele classificou as falas de Dominghetti à CPI como “fantasiosas”. 

    O empresário afirmou que conversou por meses com Roberto Dias, então diretor de Logística do Ministério da Saúde, sobre uma oferta de doses da vacina AstraZeneca ao governo brasileiro. 

    Carvalho disse aos senadores que foi avisado pelo policial militar Luiz Paulo Dominghetti, revendedor de vacinas da Davati, que Roberto Dias havia pedido um “comissionamento”, sem mencionar a palavra “propina”, para fechar contrato com a Davati. Dias nega qualquer pedido de favorecimento na compra das vacinas.

    Veja, a seguir, algumas das frases de Cristiano Carvalho à CPI da Pandemia: