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    CPI da Enel aprova convocação de dirigentes da concessionária

    Comissão funciona desde março e investiga a venda da Eletropaulo para a Enel

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    Logo da Enel Divulgação

    Caio Junqueirada CNN

    São Paulo

    A CPI da Enel na Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou na manhã desta quinta-feira (8) requerimentos de convocação de dois dirigentes da concessionária: o diretor-presidente em São Paulo, Max Xavier Lins, e o presidente nacional, Nicola Cotugno.

    A CPI funciona desde março e investiga a venda da Eletropaulo para a Enel.

    A comissão também apura, segundo seu objeto “as quedas de energia, a cobrança de valores, a atuação operacional, o suporte aos consumidores e prefeituras, a execução da tarifa social, os contratos assinados, a execução dos investimentos e das obras previstas, bem como o estado de conservação da rede de infraestrutura e de distribuição energética”.

    Max será ouvido no dia 14 às 10h30. Ao ser questionado por jornalistas, o diretor-presidente da Enel afirmou que a CPI é legítima e que a empresa irá comparecer sempre que for preciso.

    O presidente da CPI, Thiago Auricchio, disse a CNN o objetivp dessas convocações.

    “A CPI tem realizado um trabalho muito sério e compromissado com a população de São Paulo. Desde maio nós temos realizado diligências, inclusive com uma ida para Brasília, onde estivemos na Aneel, no Ministério da Justiça e de Minas Energia. A fatalidade do último dia 3, evidenciou tudo aquilo que já havíamos identificado. Infelizmente, a empresa vem tratando a população com enorme desrespeito e não vamos mais tolerar isso. Queremos que eles esclareçam na CPI os fatos que levaram a esse caos, qual o risco de isso ocorrer novamente e o que eles estão fazendo para melhorar o serviço. Eles precisam esclarecer para todos se realmente possuem capacidade para prestar um serviço tão importante quanto esse”.