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    Quaest: Desaprovação a Lula vai a 46%; diferença entre quem aprova e desaprova presidente é a menor desde início do governo

    Foram ouvidas 2.000 pessoas, presencialmente, entre 25 e 27 de fevereiro; margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos

    Em fevereiro, 34% avaliavam o governo de Lula como negativo
    Em fevereiro, 34% avaliavam o governo de Lula como negativo REUTERS/Adriano Machado

    Douglas Portoda CNN

    São Paulo

    A desaprovação ao trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) subiu três pontos percentuais em fevereiro e chegou a 46%, de acordo com levantamento divulgado pela Genial/Quaest nesta quarta-feira (6).

    Em contraste, 51% dos entrevistados aprovam o trabalho do chefe do Executivo; outros 3% não souberam ou não responderam à pesquisa.

    Segundo o diretor da Quaest, Felipe Nunes, a diferença entre quem aprova e desaprova o governo do presidente é a menor desde que ele assumiu o Planalto em 2023.

    Foram ouvidas 2.000 pessoas, presencialmente, entre 25 e 27 de fevereiro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança da pesquisa é de 95%.

    Avaliação do governo

    Em outra pergunta, os entrevistados foram questionados sobre como avaliam o governo Lula. Conforme o levantamento, a gestão é avaliada como negativa por 34% dos entrevistados. Por outro lado, 35% avaliam o governo como positivo (eram 36% em dezembro). Não sabem ou não responderam se mantiveram em 3%.

    Houve aumento de cinco pontos percentuais se comparado com dezembro de 2023, quando o índice era de 29%.

    A melhor avaliação do trabalho acontece na região Nordeste, com 68%. A pior é no Sul, com 40%. Centro-Oeste/Norte tem 50% de aprovação e o Sudeste, 44%.

    Entre as mulheres, a aprovação caiu de 55% para 51%. Também houve queda na avaliação perante o público masculino, indo de 52% para 51%.

    Para quem ganha até dois salários mínimos, o trabalho de Lula é aprovado por 61%. Entretanto, é desaprovado por 51% dos que ganham entre dois e cinco salários mínimos e por 54% dos que recebem mais de cinco salários mínimos.