Em primeiro discurso, Pacheco promete colocar reformas em votação no Senado

Pacheco foi eleito nesta segunda-feira (1º) para um mandato de dois anos à frente da Casa; ele obteve 57 votos, contra 21 votos da senadora Simone Tebet (MDB)

Guilherme Venaglia, da CNN, em São Paulo

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Em seu primeiro discurso após ser eleito presidente do Senado, o senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG) afirmou que irá “submeter ao crivo do Parlamento as reformas e as proposições necessárias e imprescindíveis para o desenvolvimento do país”.

Pacheco foi eleito nesta segunda-feira (1º) para um mandato de dois anos à frente da Casa. Ele obteve 57 votos, contra 21 votos da senadora Simone Tebet (MDB-MS). Três senadores não votaram — dois por motivos de saúde, e Chico Rodrigues (DEM-RR), que está licenciado.

O senador do DEM afirmou estar comprometido com a democracia, com a independência dos poderes e com as propostas que visem ajudar a reduzir a miséria e possam diminuir a desigualdade social.

Pacheco disse que se pautará pelo Colégio de Líderes, formado por representantes de todos os partidos, e se comprometeu a garantir a presença feminina mínima neste grupo, mesmo que não haja uma mulher líder de partido. 

Ele ressaltou o fato de ser o primeiro senador por Minas Gerais a ser eleito presidente do Senado desde a redemocratização. 

Perfil

Nascido em Porto Velho (RO), em novembro de 1976, Rodrigo Otavio Soares Pacheco, de 44 anos, é advogado e especialista em direito penal.

Herdeiro de empresas de transporte rodoviário no estado mineiro, foi o mais jovem conselheiro federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), entre os anos de 2013 e 2015, deputado federal por Minas Gerais e presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. 

Pacheco está em seu primeiro mandato como senador e já atuou como vice-presidente da Comissão de Transparência e Governança na Casa. Atualmente é presidente do diretório do Democratas em Minas Gerais.

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