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    Ex-deputado Roberto Jefferson pede para deixar prisão e fala em doar armas

    Defesa do ex-parlamentar diz que quadro de saúde dele é “frágil”

    Ex-deputado Roberto Jefferson (PTB) foi preso no domingo, 23 de outubro.
    Ex-deputado Roberto Jefferson (PTB) foi preso no domingo, 23 de outubro. Marcos Arcoverde/Estadão Conteúdo - 20.nov.2013

    Lucas Mendesda CNN

    Em Brasília

    A defesa do ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB-RJ) pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a revogação da sua prisão preventiva ou a possibilidade de o político ficar preso em casa.

    No pedido, encaminhado na terça-feira (13), os advogados sugerem a adoção de medidas alternativas à prisão, como uso de tornozeleira eletrônica e a apresentação semanal a um juiz.

    A defesa também afirmou que Jefferson tem o interesse de “doar todas as suas armas de fogo e munições”, tanto as apreendidas em sua casa pela Polícia Federal, quanto as que estão registradas em seu nome.

    Outro argumento usado pela defesa é o estado de saúde do ex-deputado. “Devido ao seu histórico de saúde, com condições crônicas, e de difícil tratamento, bem como às condições de existência dentro do cárcere, é inegável que o Sr. Roberto Jefferson Monteiro Francisco está constantemente sob risco de contrair enfermidade severa repentina, que poderá gerar a necessidade de sua internação, bem como risco de morte, em decorrência de sua condição primária de saúde”, afirmaram os advogados.

    Roberto Jefferson está preso preventivamente desde outubro do ano passado, quando efetuou disparos contra policiais federais que cumpriam mandados de busca e apreensão na casa dele, no interior do Rio de Janeiro.

    Em dezembro de 2022, a Justiça Federal aceitou denúncia e tornou Jefferson réu por tentativa de homicídio contra os policiais federais.

    O ex-parlamentar cumpriu prisão domiciliar entre janeiro e outubro de 2022, porém, após descumprir medidas cautelares impostas, Moraes determinou novamente a prisão preventiva de Jefferson. Cabe a ele decidir se aceita os pedidos de Jefferson.

    Entre as ações que levaram à nova prisão estão a divulgação de notícias falsas sobre as eleições e de vídeo com ofensas à ministra Cármen Lúcia, do STF.