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    Filiação de Bolsonaro ao PL faz aliados defenderem acordo na coalizão da reeleição

    Ideia é encontrar uma equação que permita distribuir também ao PP e ao Republicanos o que tem sido chamado de "bônus de apoiamento"

    Caio Junqueira

    A provável ida do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ao PL fez com que os principais partidos aliados comecem a cobrar dele um equilíbrio de forças na coalizão da reeleição.

    A ideia é encontrar uma equação que permita distribuir também ao PP e ao Republicanos o que tem sido chamado de “bônus de apoiamento”.

    Ou seja, se o PL tende a ser beneficiado por ter a legenda do presidente da República candidato à reeleição, que os outros dois partidos também possam usufruir por apoiar a sua reeleição.

    Particularidades regionais

    A fórmula, que vem sendo discutida inclusive com Bolsonaro, é que os políticos e os apoiadores do presidente que planejavam migrar para o mesmo partido sejam distribuídos entre as três legendas de acordo com particularidades regionais.

    Assim, palanques locais e candidaturas a deputados federais e estaduais passariam necessariamente pelas negociações conjuntas dos três principais partidos.

    Seria, assim, uma negociação atípica em coalizões presidenciais, quando o partido do candidato a presidente costuma ser dominante sobre os demais.