Filiação de Eduardo Bolsonaro amplia assédio eleitoral ao PL

Expectativa sobre um puxador de voto impulsiona a sigla para membros focados nas eleições

Anna Gabriela Costada CNN

Ouvir notícia

A filiação de Eduardo Bolsonaro ao Partido Liberal (PL) virou um chamariz de candidaturas à legenda. Em análise no CNN 360º desta sexta-feira (4), a âncora Daniela Lima afirmou que os dirigentes do partido estão cogitando não abrirem mais tantas vagas, especialmente porque o deputado federal Eduardo Bolsonaro aumentou o assédio por filiações.

Eduardo Bolsonaro é o deputado federal mais votado da história do Brasil, com mais de 1 milhão de votos em 2018, o que é muito positivo para um partido. No atual sistema eleitoral brasileiro, Eduardo Bolsonaro pode puxar um bom número de deputados com ele, como ocorrei no PSL, que deu um salto para uma bancada com mais de 50 deputados eleitos em 2018.

Danielaa Lima disse que o PL elegeu, em São Paulo, sete eputados estaduais, e vai fechar o final da janela partidária com 12, quase dobrando a bancada do PL entre eleitos que querem estar no mesmo partido que o filho do presidente Jair Bolsonaro.

O deputado federal Eduardo Bolsonaro anunciou nesta terça-feira (1º) sua filiação ao Partido Liberal (PL), legenda para a qual seu pai, o presidente Jair Bolsonaro, migrou no fim do ano passado.

“Alguns têm especulado que eu poderia ir para um partido diferente do presidente”, escreveu Eduardo, que informou que a “janela para mudança partidária de deputados será em março”.

Segundo ele, outros parlamentares bolsonaristas também vão se filiar ao PL. O deputado é atualmente filiado ao PSL.

Mais Recentes da CNN