Gleisi critica interceptação de Flotilha e cobra avanço em processo de paz
Ministra das Relações Institucionais pede libertação imediata de brasileiros detidos pelo governo israelense
A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann cobrou neste domingo (5), que o grupo que seguia para a Faixa de Gaza com ajuda humanitária e foi detido pelo governo israelense, seja liberado "imediatamente".
De acordo com ela, "o sequestro dos ativistas da Flotilha Global Sumud pelo governo de Netanyahu, contrasta com as gigantescas manifestações pela paz e em solidariedade ao povo palestino nas maiores cidades da Europa".
"É necessário libertá-los imediatamente e garantir ajuda humanitária às vítimas do genocídio em Gaza para que o processo de paz avance", concluiu a ministra.
O sequestro dos ativistas da flotilha Global Sumud pelo governo de Netanyahu, contrasta com as gigantescas manifestações pela paz e em solidariedade ao povo palestino nas maiores cidades da Europa. Centenas de pessoas foram presas ilegalmente em águas internacionais, incluindo a…
— Gleisi Hoffmann (@gleisi) October 5, 2025
No último sábado (4), a organização da Flotilha anunciou que o primeiro brasileiro já foi deportado, mas que não há informações sobre seu retorno ao Brasil e nem sobre a liberação dos demais integrantes da comitiva.
"A ausência de transparência sobre os processos de deportação é temerosa e uma estratégia do governo israelense para dificultar ao máximo os trabalhos da organização e dos advogados que se esforçam para acompanhar os ativistas presos ilegalmente", disseram em nota.
A Flotilha buscava romper o bloqueio israelense usando embarcações que partiram de portos do outro lado do Mar Mediterrâneo. Entre os integrantes da flotilha estava a ativista climática Greta Thunberg.


