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    Governo fará série de anúncios voltados às mulheres no 8 de março, diz Janja

    De acordo com ela, fazer com que o feminicídio no país chegue a zero é uma "obsessão" do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

    Primeira-dama Janja com a cachorrinha Esperança na posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva
    Primeira-dama Janja com a cachorrinha Esperança na posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva Ton Molina/Fotoarena/Estadão Conteúdo

    Estadão Conteúdo

    A primeira-dama Rosângela da Silva (Janja) afirmou que o governo fará uma série de anúncios voltado às mulheres no dia 8 de março, Dia das Mulheres.

    De acordo com ela, fazer com que o feminicídio no país chegue a zero é uma “obsessão” do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), assim como o combate à fome.

    “O mês de março é o mês das mulheres e vamos trabalhar com todas as pautas, o tema mulher é um tema transversal, de todos os ministérios”, declarou a primeira-dama, em café da manhã fornecido a ministras mulheres do governo e presidentes da Caixa e Banco do Brasil, na manhã desta quarta-feira (1º), no Palácio do Planalto.

    De acordo com ela, cada ministra e presidente dos bancos presentes no evento têm um “segredo” a ser anunciado no dia 8: “Quero que no dia 8 de março, a gente possa fazer um evento bonito aqui no Planalto com todos esses anúncios”, complementou.

    Em discurso de encerramento do evento, Janja prestou homenagem a Ellen Otoni, sobrinha do deputado federal Reimont (PT-RJ), que foi vítima de tentativa de feminicídio ao levar tiros do namorado.

    “Queria lembrar que esse tema da violência contra a mulher chega a ser pessoal, particular, e que vou, com todas as minhas forças, trabalhar junto com o Ministério das mulheres e sociedade civil para que a gente não possa mais ter que mandar mensagem de força para uma mulher que foi baleada pelo seu namorado ou companheiro”, declarou.

    “E o pior, esses homens não estão satisfeitos apenas em matar as mulheres, começaram a matar as crianças, os filhos”, emendou. “A gente sabe quanto é difícil ocuparmos espaço de decisão e poder, principalmente, na política”.