Imunidade de rebanho, críticas à Pfizer: as frases de Elcio Franco à CPI

Coronel Antônio Elcio Franco Filho, ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde, depôs nesta quarta-feira (9) à CPI da Pandemia

Antônio Elcio Franco Filho, ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde, é ouvido pela CPI da Pandemia
Antônio Elcio Franco Filho, ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde, é ouvido pela CPI da Pandemia Foto: Edilson Rodrigues - 9.jun.2021/Agência Senado

Gregory Prudenciano e Renato Barcellos, da CNN, em São Paulo

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Depoente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia nesta quarta-feira (9), o ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde coronel Antônio Elcio Franco Filho explicou as tratativas da pasta com os laboratórios fabricantes de vacinas contra a Covid-19.

Segundo Elcio, as condições oferecidas pela AstraZeneca foram melhores que as ofertas de outras empresas farmacêuticas, principalmente pelo fato de o acordo incluir transferência de tecnologia para fabricação no Brasil, além de doses a preços mais baixos.

Franco também criticou a americana Pfizer, que, para ele, “queria se isentar da responsabilidade sobre o efeito colateral grave” de seu imunizante. “Nem ela confiava no que ela estava oferecendo para a gente“, disse o ex-funcionário da Saúde.

Durante a oitiva, Elcio Franco também negou que o Ministério da Saúde tenha discutido a ideia de imunidade de rebanho, porque “tínhamos noção da gravidade da pandemia”.

Outra negativa de Elcio foi a respeito da compra de cloroquina, em 2020, para o combate à Covid-19. De acordo com seu depoimento, o governo comprou, sim, o medicamento, mas para atender o programa anti-malária.

Veja algumas das principais declarações de Elcio Franco na CPI da Pandemia:

 

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