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    “Isso não faria”, diz Dino sobre voltar à política caso fosse para o STF

    "Se um dia, talvez, eu fosse para o Supremo e pensasse em retornar à política, haveria uma premissa de que eu usaria a toga para ganhar popularidade. Isso eu não farei, ou faria. Jamais", afirmou o ministro da Justiça

    Um dos nomes cotados para ocupar a vaga da ministra Rosa Weber no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino (PSB), disse em entrevista ao jornal “O Globo” que “jamais” voltaria para a política caso seja nomeado ao cargo.

    “Se um dia, talvez, eu fosse para o Supremo e pensasse em retornar à política, haveria uma premissa de que eu usaria a toga para ganhar popularidade. Isso eu não farei, ou faria. Jamais. Seria uma decisão definitiva. Ou será, sei lá”, disse o Dino à publicação.

    O avanço do nome de Dino como favorito na disputa pela cadeira da ministra Rosa Weber no Supremo Tribunal Federal (STF) tem rendido apostas sobre quem deve ser seu sucessor no Ministério da Justiça e Segurança Pública.

    O PL já avisou que não deve se mobilizar contra uma eventual indicação do ministro da Justiça para o posto. 

    O presidente nacional do partido do ex-presidente Bolsonaro, Valdemar Costa Neto, disse à CNN que a escolha de um ministro da Suprema Corte é um direito do mandatário do Palácio do Planalto.

    “Se for um cidadão preparado, que é o caso, devemos votar a favor”, disse.

    Já senadores do partido não reagiram bem à declaração de Costa Neto. Senadores do PL, ouvidos pela CNN na quinta-feira (28), rechaçaram a possibilidade de apoio ao nome do atual ministro da Justiça ao STF.

    “Essa é uma opinião pessoal do Valdemar. Não irei apoiar essa indicação”, relatou um senador na condição de anonimato à reportagem.

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    (Publicado por Carolina Farias, com informações de Gustavo Uribe e Leandro Magalhães)