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    Justiça Eleitoral assina acordo para OEA acompanhar eleições de 2022

    O presidente do TSE, Luiz Edson Fachin, disse que a entidade reconhece a lisura do processo eleitoral brasileiro

    Plenário do TSE em Brasília
    Plenário do TSE em Brasília 08/06/2017 REUTERS/Ueslei Marcelino

    Malu Mõesda CNN

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    Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e a Organização dos Estados Americanos (OEA) assinaram acordo para que técnicos da entidade acompanhem as eleições gerais deste ano. O presidente da Corte, Edson Fachin, viajou a  Washington para a cerimônia nesta terça-feira (5).

    O ministro afirmou que “os relatórios da OEA reconhecem a legitimidade do sistema” eleitoral brasileiro. A declaração ocorre diante de questionamentos do presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre a lisura do processo de apuração dos votos.

    Essa é a terceira vez que a OEA enviará uma missão para acompanhar as eleições brasileiras. A organização também acompanhou os pleitos de 2018 e 2020. A missão é independente e autônoma ao Tribunal.

    Os observadores internacionais vão verificar a eficiência e transparência do sistema eletrônico de votação e, ao final, publicar um relatório com conclusões e recomendações. A criação do TSE Mulheres e a abertura do processo eleitoral para observadores nacionais foram decisões da Corte tomadas por recomendações da OEA.
    O acordo estabelece que os representantes da organização poderão visitar qualquer seção eleitoral e as dependências da Justiça Eleitoral.

    “Estamos totalmente comprometidos com a transparência e com o diálogo. A Justiça Eleitoral promove plena liberdade e autonomia para a OEA”, afirmou Fachin.

    Debate

    A CNN realizará o primeiro debate presidencial de 2022. O confronto entre os candidatos será transmitido ao vivo em 6 de agosto, pela TV e por nossas plataformas digitais.

    *Publicado por Renan Porto

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