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    Lula cobra agilidade de ministros para liberação de auxílio a moradores do RS

    Presidente se reuniu com parte da equipe ministerial em um almoço no Palácio da Alvorada, neste sábado (18)

    Lula disse não querer politizar as medidas de reconstrução do Rio Grande do Sul
    Lula disse não querer politizar as medidas de reconstrução do Rio Grande do Sul Ricardo Stuckert/PR

    Julliana LopesGustavo UribeLuciana AmaralJoão Rosada CNN

    Brasília

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cobrou agilidade de ministros para a liberação do auxílio a moradores do Rio Grande do Sul que foram afetados pelas enchentes.

    Muitas pessoas perderam itens pessoais, roupas, eletrodomésticos, móveis, carros e até mesmo as casas em que moravam.

    A cobrança foi feita ao longo de um almoço no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, em Brasília, neste sábado (18).

    O pagamento do benefício no valor de R$ 5,1 mil foi anunciado nesta semana e é voltado às famílias que sofreram perdas nas enchentes. A medida provisória que autoriza os pagamentos já foi publicada, mas a portaria com os detalhes da liberação dos valores ainda está sendo construída.

    Os ministros relataram ao presidente os principais desafios para garantir que os pagamentos sejam feitos para quem realmente precisa. Eles também informaram Lula sobre a criação de um site, a ser usado por prefeitos, para que as informações sobre os desalojados sejam depositadas e atualizadas.

    Nesse portal, os gestores municipais poderão incluir informações sobre famílias e endereços, para que fique provado que elas moravam em áreas de risco que foram alagadas. Com a base de dados mais robusta, o governo espera liberar os pagamentos de forma mais rápida.

    Segundo interlocutores, Lula também chamou o ministro Paulo Pimenta, da Secretaria Extraordinária de Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul, e o ministro do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, para analisar o cenário e discutiu novas medidas para ajudar o estado.

    Lula ainda disse não querer politizar as medidas de reconstrução do Rio Grande do Sul.

    Além de Pimenta e Góes, participaram do almoço os ministros: Fernando Haddad, da Fazenda; Renan Filho, dos Transportes; José Múcio, da Defesa; Alexandre Padilha, da Secretaria de Relações Institucionais; e Esther Dweck, da Gestão e Inovação.

    Os ministros foram convidados por Lula para participarem de um almoço, que não constou na agenda oficial do mandatário. De acordo com a assessoria do Ministério da Defesa, o encontro não se tratava de uma reunião de trabalho.

    Durante o encontro, os ministros também lembraram o aniversário de dois anos de casamento de Lula e Rosângela da silva, a primeira-dama Janja. O casamento aconteceu em 2022 em uma casa de festas no Brooklin, bairro da zona sul de São Paulo.