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    Lula deve decidir ministro da Justiça em janeiro, diz Dino

    Escolhido pelo presidente da República para ocupar uma vaga no STF, Flávio Dino deixará comando do ministério se indicação for aprovada pelo Senado

    Presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao lado do ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, durante cerimônia no Palácio do Planalto
    Presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao lado do ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, durante cerimônia no Palácio do Planalto 15/03/2023 - Adriano Machado/Reuters

    Renata Souzada CNN

    em São Paulo

    Caso a indicação de Flávio Dino ao Supremo Tribunal Federal (STF) seja aprovada pelo Senado, um novo ministro da Justiça deve ser escolhido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em janeiro, segundo informações do atual chefe da pasta.

    “Tem um caminho que é a sabatina e a votação no Senado. Presidente Lula foi claro no sentido de que eu deveria, como estou fazendo, continuar conduzindo os eventos, as politicas públicas, intervenções. Creio que, se eu merecendo a honra de ter a aprovação do Senado, o presidente vai no mês de janeiro encontrar esse caminho.Há nomes muito qualificados no Brasil”, afirmou Dino em entrevista à TV Senado nesta quinta-feira (30).

    Sobre a eventual troca de comando da pasta, o ministro afirmou ter convicção de que “ninguém é insubstituível”.

    “Então, se eu tiver a honra de ser aprovado no Senado, tenho a certeza de que o presidente Lula vai achar uma ótima pessoa para dar continuidade a esse trabalho sério de enfrentamento às organizações criminosas, em busca de diminuir as taxas de homicídio, de violência, no Brasil”, acrescentou.

    Desde que foi indicado ao Supremo por Lula, na última segunda-feira (27), Dino tem se reunido com senadores para conversar antes da sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.

    Até poder ser nomeado ministro da Suprema Corte, o nome do escolhido passará por votação na CCJ e no plenário do Senado (a aprovação depende de maioria absoluta nesta).

    Sobre as conversas com os senadores, o ministro falou que se sente “em casa”.

    “Tenho muitos amigos aqui. [Fala sobre relação com senador e ex-governador Confúcio Moura]. Isso facilita meu trabalho, porque não estou me apresentando. Estou visitando amigos e amigas que estão aqui no Senado.”