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    Ministro leva “reprimenda” de Lula em ato do 1º de maio esvaziado; petistas veem pouco empenho de centrais sindicais

    No discurso, Lula disse que "ele é responsável pelo movimento social brasileiro"

    Público presente no ato das Centrais Sindicais pelo Dia do Trabalhador na Neo Química Arena, em Itaquera, na zona leste da cidade, nesta quarta-feira, 1º de abril de 2024. O evento conta com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
    Público presente no ato das Centrais Sindicais pelo Dia do Trabalhador na Neo Química Arena, em Itaquera, na zona leste da cidade, nesta quarta-feira, 1º de abril de 2024. O evento conta com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). 01/05/2024 - Foto: TABA BENEDICTO/ESTADÃO CONTEÚDO

    Gabriela Pradoda CNN

    Brasília

    O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Márcio Macêdo (PT), levou uma “reprimenda” do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por causa do baixo comparecimento de integrantes de centrais sindicais no evento em comemoração ao 1º de maio em São Paulo.

    No discurso, Lula, ao apresentar o ministro ao público presente, disse que “ele é responsável pelo movimento social brasileiro”. E completou: “Não pensem que vai ficar assim. Vocês sabem que ontem eu conversei com ele sobre esse ato e disse ‘ Márcio, esse o ato está mal convocado’. Nós não fizemos o esforço necessário para levar a quantidade de gente que era preciso levar”.

    Petistas que estiveram no evento também se irritaram com o baixo comparecimento e acreditam que faltou empenho das centrais sindicais, mas que cabia a Macêdo avaliar o “nível de mobilização” e repassar a informação ao Presidente Lula.

    Segundo os integrantes do partido, as centrais sindicais insistiram “muito” na presença de Lula, mas pouco mobilizaram tanto os integrantes dos sindicatos. Outros petistas dizem que faltou articulação do próprio ministro Macêdo com a militância do partido e os movimentos sociais.

    Já os aliados de Macêdo justificam que o ministro não pode ser um “agitador” e que o governo não fez o evento, apenas participou como convidado, por isso não seria responsabilidade dele o baixo comparecimento da militância ou qualquer outro tipo de organização do evento.

    Para parlamentares da legenda, também faltou mais contato entre centrais e as bancadas do PT, tanto na Câmara de Vereadores quanto na Assembleia Legislativa de São Paulo e na Câmara dos Deputados, para articular a ida da militância.