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    “Não vai ficar nenhum esqueleto no armário”, diz presidente da CPI da Braskem

    Senadores querem votar plano de trabalho da comissão nesta terça-feira (27)

    Senador Omar Aziz (PSD-AM)
    Senador Omar Aziz (PSD-AM) Edilson Rodrigues/Agência Senado

    Isabel Megada CNN

    Brasília

    Senadores da CPI da Braskem afirmam que a comissão ouvirá todos os possíveis responsáveis pelos impactos social e ambiental gerados pela exploração das minas de sal-gema.

    “Não vai ficar nenhum esqueleto no armário”, afirmou o presidente do colegiado, Omar Aziz (PSD-AM), à CNN.

    Até a manhã desta segunda-feira (26), o relator Rogério Carvalho (PT-SE) ainda não tinha finalizado o cronograma de trabalho e a lista dos primeiros convites e convocações.

    O planejamento deve ser detalhado pelo petista e votado pelos outros senadores no plenário da comissão nesta terça-feira (27).

    Apesar de ainda constar como membro titular da CPI, o senador Renan Calheiros (MDB-AL) afirmou à CNN que não voltará atrás na decisão de deixar o colegiado.

    Após a retirada oficial do nome dele, o líder do MDB, Eduardo Braga, deverá indicar um substituto.

    Calheiros foi o autor do requerimento para a CPI e tentou emplacar a relatoria, mas saiu derrotado. Apesar de ser aliado do governo Lula, o Planalto articulou para que Carvalho ficasse com a função por entender que a escolha daria mais credibilidade à condução dos trabalhos.

    A CPI vai investigar se houve omissão nos alertas sobre os danos sociais e ambientais causados pela exploração das minas da Braskem. A previsão inicial é de que os trabalhos durem até 22 de maio.