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    Posse presidencial recebe maior número de delegações estrangeiras desde Olimpíadas do Rio

    Nicolás Maduro deve vir a Brasília após governo brasileiro revogar portaria que impedia ingresso dos altos funcionários da Venezuela

    Fachada do Palácio do Planalto em Brasília (DF).
    Fachada do Palácio do Planalto em Brasília (DF). Antonio Cruz/Agência Brasil

    Pedro Nogueirada CNN

    Brasília

    A posse do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve reunir 66 delegações estrangeiras em Brasília neste domingo (1º). A lista inclui 20 chefes de Estado, quatro vice-presidentes, quatro chefes de governo, dois vice-primeiros-ministros, 11 chanceleres e representantes de quatro organismos internacionais.

    Entre os chefes de Estado, está prevista a vinda do presidente venezuelano Nicolás Maduro. Na última semana, o governo brasileiro revogou uma portaria que impedia o ingresso dos altos funcionários do regime venezuelano.

    O gabinete de transição diz que a posse de Lula deve superar o número de autoridades estrangeiras que vieram aos Jogos Olímpicos Rio 2016. É o maior evento com autoridades estrangeiras desde então.

    Os convites são enviados a todos os países com os quais o Brasil tem relações diplomáticas. Países que não enviarem autoridades de primeiro escalão serão representadas por seus embaixadores acreditados em Brasília.

    Além da preparação habitual de recepção de dignitários estrangeiros, organizada pelo gabinete de transição e pelo Ministério das Relações Exteriores, o Ministério da Justiça autorizou o uso da Força de Segurança Nacional para apoiar o trabalho de escolta das autoridades.

    Listas incluem autoridades em diferentes níveis. Dezenove países vão enviar seus chefes de Estado: Alemanha, Angola, Argentina, Bolívia, Cabo Verde, Chile, Colômbia, Equador, Espanha, Guiana, Guiné Bissau, Honduras, Paraguai, Peru, Portugal, Suriname, Timor Leste, Togo, Uruguai e Venezuela.

    Também enviam suas delegações a China, Cuba, El Salvador e Panamá, lideradas pelos seus vice-presidentes, e o México, liderada pela primeira-dama, representando seu presidente.

    Outros países serão representados no nível de chefe de Governo: República de Guiné, Mali, Marrocos, além de São Vicente e Granadinas.

    Azerbaijão e Ucrânia serão representados pelos vice-primeiros-ministros. Onze chanceleres estão na lista de confirmados: Turquia, Costa Rica, Palestina, Guatemala, Gabão, Zimbábue, Haiti, Nicarágua, África do Sul, Camarões e Arábia Saudita. Outros 16 enviados especiais são esperados, incluindo União Europeia, Estados Unidos, Reino Unido, Japão, França e ONU.

    Algumas delegações internacionais são chefiadas por autoridades parlamentares, como Argélia, Guiné Equatorial, Irã, Jamaica, Moçambique, República Dominicana, Rússia e Sérvia.

    Finalizando a lista, representantes de quatro organismos internacionais estarão presentes: Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), Associação Latino-Americana de Integração (Aladi), Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e Organização do Tratado de Cooperação Amazônica.