Presidente do partido de Bolsonaro diz que sala do TSE não é mais secreta

Declaração se deu em evento evento marcado para apresentação da sala da seção de totalização dos votos

Gabriela Coelho, da CNN, em Brasília
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O presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, disse nesta quarta-feira (28) que a sala onde os votos da eleição são totalizados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) “não é mais secreta, agora é aberta”, emendou. O PL é a legenda pela qual o presidente Jair Bolsonaro tenta a reeleição.

A declaração se deu em evento evento marcado para apresentação da sala da seção de totalização dos votos.

Na segunda-feira (26), o presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, convidou todos os candidatos a presidente e vice-presidente da República, bem como os representantes das entidades fiscalizadoras, a comparecerem à sala. Os presidenciáveis não foram em razão de agenda de campanha.

A sala da seção de totalização é um espaço de trabalho convencional, com computadores distribuídos em baias e com acesso livre para os representantes das entidades fiscalizadoras, como Ministério Público, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Polícia Federal (PF), partidos políticos, Forças Armadas e observadores internacionais.

A visita ocorre após a Justiça Eleitoral ter negado às Forças Armadas, em maio, a existência de uma espécie de “sala escura” para a totalização dos votos da disputa eleitoral.

O termo “sala escura” é utilizado nas redes sociais para questionar a segurança e a lisura da apuração dos votos no processo eleitoral brasileiro. O próprio presidente Jair Bolsonaro já chamou o lugar de “sala secreta”.

Alexandre de Moraes afirmou no evento que a sala de totalização de votos da Corte não é “nem sala secreta, nem sala escura”.