Renan encontra resistência e avalia recuar de indiciamento de Braga Netto

Do G-7, apenas ele e o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) têm defendido com mais ênfase a inclusão do general

Caio Junqueira

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O relator da CPI da Pandemia, Renan Calheiros (MDB-AL), encontra resistência no G-7, grupo majoritário da comissão, para pedir indiciamento do ministro da Defesa, Walter Braga Netto. Do grupo, apenas ele e o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) têm defendido com mais ênfase a inclusão do general.

Conforme a CNN mostrou na quinta-feira (14), Renan tentaria convencer os senadores de que Braga Neto deve ser incluído em razão de ele, na condição de ministro da Casa Civil, ter comandado as ações de combate a Covid-19. A resistência veio de dentro e de fora da CPI.

O governo encontrou no presidente da CPI, Omar Aziz, um aliado para tentar retirar Braga Neto do relatório. O líder do governo no senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), e Omar incumbiram-se de avisar Renan que não concordam com a inclusão de Braga Neto no documento final.

Hoje, a tendência é de que, em nome de ter seu relatório aprovado sem maiores problemas, Renan tire Braga Neto da lista de indiciados.

 

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