Rezende: Decisão de Lewandowski sobre fila da vacinação no RJ foi ponderada
No quadro Liberdade de Opinião, Sidney Rezende analisou a decisão do STF em suspender a vacinação prioritária para policiais e professores no Rio de Janeiro
No quadro Liberdade de Opinião desta terça-feira (4), Sidney Rezende repercutiu a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, que suspendeu a vacinação prioritária para policiais e professores no Rio de Janeiro.
Lewandowski cassou a decisão do presidente do Tribunal de Justiça do Rio, Henrique Figueira. O decreto autorizava que tais profissionais fossem vacinados antes da imunização integral de idosos, pessoas com comorbidades, deficiência, população em situação de rua e presos.
"[A decisão do Lewandowski] é muito ponderada. O que ele disse: policial e professor que tomou a primeira vacina, deve tomar a segunda dose. Quem não tomou, ele acha que deve aguardar e a decisão deve ser técnica", avaliou Rezende. "Quem já estava na fila, que já estava determinado que estaria entre as primeiras pessoas a serem vacinadas conforme o Plano Nacional de Imunização, tem que se vacinar."
"A Defensoria Pública alegou [no STF] que o decreto não teve motivações técnicas para antecipar em 7 posições a vacinação das categorias em relação ao PNI. Se não foi uma decisão técnica, quebrou o que estava acordado. Tem que ter uma regra, uma fila. E o que ministro Lewandowski argumentou foi isso: vamos organizar a fila", concluiu o jornalista.
O Liberdade de Opinião tem a participação de Sidney Rezende e Alexandre Garcia. O quadro vai ao ar diariamente na CNN.

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