Uma semana após prisão de Queiroz, caso segue com mais perguntas que respostas

Lorena Lara, da CNN em São Paulo
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Uma semana depois da prisão de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro, o caso segue com mais perguntas do que respostas. Ele foi encontrado em Atibaia, na propriedade do ex-advogado dos Bolsonaro, Frederick Wassef, e sua prisão gerou a maior crise do governo federal até o momento. Queiroz tem conexão com o presidente desde a década de 1980 e apareceu no noticiário nacional em 2018, quando o Conselho de Atividades Financeiras, o Coaf, apontou movimentações atípicas em uma de suas contas bancárias. Essas movimentações seriam indícios das "rachadinhas", esquema de desvio de verbas de gabinetes da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). O caso Queiroz é apenas um dos seis núcleos de investigação do Ministério Público, todos eles ligados ao então deputado Flávio Bolsonaro. No E Tem Mais desta quinta (25), Monalisa Perrone conversa com o produtor Leandro Resende para entender a trajetória do policial aposentado até a prisão em Bangu e os possíveis caminhos que a investigação pode tomar.

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