Visita íntima é regalia e não pode ser direito, diz governador de Goiás

Na última quarta-feira (22), a justiça de Goiás concedeu medida cautelar para suspender a eficácia de uma lei que proibia visitas íntimas em presídios do estado

Layane Serrano e Lucas Schroeder, da CNN, em São Paulo
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O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), afirmou, em entrevista à CNN nesta segunda-feira (27), que "visita íntima é regalia e não pode ser direito".

Na última quarta-feira (22), o Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Goiás concedeu medida cautelar para suspender a eficácia de uma lei que proibia as visitas íntimas em presídios do estado, após pedido da OAB-GO.

"Uma visita íntima é porta de entrada para levarem ordens para assassinar autoridades, policiais militares, policiais penais, além da entrada de drogas e telefones celulares", disse Caiado.

Na avaliação do governador, as visitas íntimas devem ser analisadas caso a caso e cabe aos governos estaduais "determinar quem são os merecedores dessa regalia".

Veja a íntegra da entrevista no vídeo acima.