Relembre 10 personagens LGBT+ que fizeram história nas telas do streaming
Dia Internacional do Orgulho é celebrado neste domingo (28) e a CNN Brasil reuniu personagens que trouxeram representatividade para o audiovisual

O Dia Internacional do Orgulho LGBT+ é celebrado neste domingo (28). E, apesar de muitos anos de apagamento e preconceito, a comunidade tem conseguido se enxergar cada vez mais representada em produções audiovisuais.
Por isso, para comemorar o Dia do Orgulho, a CNN Brasil reuniu 10 personagens icônicos das telinhas, que trouxeram sensibilidade, representatividade e identificação com suas histórias na ficção. Confira:
Rue, de “Euphoria”
A protagonista de “Euphoria”, Rue Bennett, se entende como uma mulher lésbica ao longo da série, lutando contra a heterossexualidade compulsória e vivenciando sua jornada de descobertas durante a adolescência. Na trama, ela se envolve com a personagem Jules Vaughn. A orientação sexual de Rue se torna um dos guias para compreender as lutas internas da personagem e também sua dependência emocional e de substâncias.

Jules, de “Euphoria”
A personagem expõe os dilemas de uma jovem trans que mostra a complexidade de suas relações, traumas e autoaceitação. Na série, ela tem uma relação com Rue, com quem vivencia um romance profundo, mas que também representa dinâmicas complexas de dependência e afeto.

Charlie, de “Heartstopper”
Charlie Spring é um estudante sensível que tenta lidar com a descoberta e aceitação da homossexualidade. A trama retrata os desafios com o bullying na fase escolar. No entanto, também mostra como os laços garantem o apoio e a segurança. Na série, Charlie conta com amigos e com o namorado Nick Nelson para romper a insegurança e o tabu durante a adolescência.

Callie, de “Grey’s anatomy”
A personagem Callie Torres é uma médica especializada em ortopedia que se entende como mulher bissexual após se envolver com a médica Erica Hahn. No entanto, é no relacionamento com Arizona Robbins que ela compreende sua identidade enquanto bissexual. Ao longo da série, ela vivencia relacionamentos com homens e mulheres e fala de aceitação, mostrando os impasses vividos com a família.

Dani Clayton, de “A Maldição da Mansão Bly”
A personagem é uma das mais aclamadas do terror contemporâneo. Ao longo da série “A Maldição da Mansão Bly”, a trama utiliza elementos sobrenaturais para retratar a jornada de autoaceitação da protagonista. Durante o desenvolvimento da narrativa, Dani Clayton lida com culpa e autoconhecimento para se compreender enquanto uma mulher lésbica. Ela constrói um relacionamento ao lado de Jamie Taylor.

Robin, de “Stranger Things”
Durante a trama de “Stranger Things”, Robin Buckley surge como a primeira personagem LGBT+. Na 3ª temporada da série, ela se apresenta ao público como uma mulher lésbica de forma natural e envolvente. Na 5.ª temporada da série, ela também desempenha um papel importante ao abrir diálogo com Will Byers, enquanto o personagem se aceita como homossexual.

Marceline, de “Hora de Aventura”
A animação “Hora de Aventura” é um daqueles desenhos que têm muita história por trás de cada detalhe da narrativa. A vampira Marceline vive um romance com a Princesa Jujuba. Apesar dos altos e baixos, o casal é adorado pelo público. Segundo a trama, Marceline também viveu relações com homens, o que traz indícios de que a vampira é bissexual.

Eric Effiong, “Sex Education”
Por se tratar de uma trama adolescente, “Sex Education” retrata exatamente como é compreender a sexualidade nesta fase da vida. Eric Effiong é um dos personagens mais queridos da série. A orientação sexual dele é abordada com naturalidade. Ao lado da amizade com Otis Milburn, Eric fala abertamente sobre a homossexualidade.

Emily Fields, “Pretty Little Liars”
Emily é uma personagem cativante que trouxe a história de aceitação da própria sexualidade para os telespectadores. Enquanto uma mulher lésbica, a vida amorosa de Emily e os próprios dilemas de sua orientação sexual trouxeram debates realistas para o público da série.

Leighton Murray, “A Vida Sexual das Universitárias”
A personagem Leighton Murray vive os dilemas de uma estudante herdeira de Nova York que lida com as expectativas da família e tenta se assumir lésbica. Durante a fase universitária, ela vivencia sua jornada de autoaceitação para abraçar a própria identidade.



