A vacina na reta final: como é possível produzir um imunizante em tempo recorde

Lorena Lara, da CNN em São Paulo
23 de novembro de 2020 às 05:30

O vírus da Covid-19 foi detectado em humanos no fim de 2019. Em 11 de janeiro de 2020, sua sequência genética foi publicada e, no dia seguinte, a Johnson e Johnson anunciou que havia começado o desenvolvimento de um imunizante.

Existem atualmente 12 pesquisas na fase 3 de testes, o último estágio de desenvolvimento. A expectativa é de que a vacina contra a Covid-19 esteja pronta para ser distribuída no primeiro semestre de 2021, tornando-se, assim, a mais rapidamente produzida na história. Os laboratórios se apressam a pedir autorizações de uso emergencial às agências reguladoras.

Mas se o tempo médio de produção de uma vacina é de dez anos, dá para fazer com segurança em menos de dois? Dúvidas sobre a confiabilidade de uma substância feita em tão pouco tempo são comuns. 

Neste episódio do E Tem Mais, Monalisa Perrone conversa com a epidemiologista Denise Garrett, vice-presidente dos Programas de Epidemiologia Aplicada do Instituto de Vacinas Sabin, em Washington, para entender quais fatores tornaram possível a produção da vacina contra o novo coronavírus em tempo recorde.

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