Brasil confirma 1.111 novas mortes por Covid-19, maior número em três meses

Ao todo, o Brasil confirma 192.681 mortes e 7.563.551 casos confirmados, sendo 58.718 registrados nas últimas 24 horas

Guilherme Venaglia, da CNN, em São Paulo
29 de dezembro de 2020 às 18:13 | Atualizado 29 de dezembro de 2020 às 20:23

 

O Ministério da Saúde confirmou nesta terça-feira (29) um total de 1.111 novas mortes pela Covid-19 confirmadas no Brasil nas últimas 24 horas. É o maior número de óbitos registrados em uma atualização diária em mais de três meses.

No dia 15 de setembro, o país confirmou 1.113 mortes. Desde então, o registro ainda não havia voltado a alcançar esse patamar, de acordo com as informações do painel do Ministério da Saúde.

Ao todo, o Brasil confirma 192.681 mortes e 7.563.551 casos confirmados, sendo 58.718 registrados nas últimas 24 horas. Entre o começo de setembro e o final de novembro, o país chegou a ficar quase três meses sem confirmar 50 mil casos em um dia, estatística que voltou a ser recorrente a partir do início de dezembro.

O Ministério da Saúde contabiliza, entre os casos confirmados, um total de 6.647.538 pacientes recuperados, com outros 723.332 casos em acompanhamento.

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Até a tarde desta terça-feira (29), ao menos 45 países já começaram a imunizar suas populações contra o novo coronavírus. Os últimos a entrarem na lista foram a Irlanda, Belarus e a Argentina. No Brasil, não há previsão para início da vacinação.

Está prevista para acontecer na quarta-feira (30) uma nova reunião entre representantes da farmacêutica Pfizer e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Afirmando que as exigências da Anvisa seriam maiores do que em outros países, a Pfizer anunciou nesta semana que não pediria a autorização para o uso emergencial da sua vacina contra a Covid-19 no Brasil.

A vacina da Pfizer, produzida em parceria com a alemã BioNTech, está sendo utilizada em parte relevante dos paíes que já iniciaram a vacinação, incluindo os Estados Unidos e a União Europeia. Segundo o âncora da CNN Kenzô Machida, a Anvisa pode revisar suas exigências para o uso emergencial.