Brasil registra 2.173 mortes por Covid-19 em 24 h; média móvel continua em alta

Nesta terça-feira (25), país registrou 73.453 novos casos da doença

Anna Gabriela Costa, da CNN, em São Paulo
25 de maio de 2021 às 18:04
Paciente é transferido de ambulância para hospital em Manaus
Paciente é transferido de ambulância para hospital em Manaus
Foto: Bruno Kelly - 14.jan.2021/Reuters

Após ultrapassar a triste marca de 450 mil mortos pela Covid-19 nesta segunda-feira (24), o Brasil registrou 2.173  mortes e 73.453 novos casos da doença nesta terça-feira (25), segundo dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).

Os números correspondem às últimas 24 horas; sendo que no total, o país soma 452.031 mortes e 16.194.209 casos do novo coronavírus. 

A média móvel de mortes, referentes aos últimos sete dias, está em 1.854. Um patamar alto, que vem se mantendo desde o início do mês.

De acordo com dados compilados pela Agência CNN, em 29 de abril o Brasil chegava ao marco de 400 mil óbitos. Após 25 dias, ultrapassou as 450 mil, o que dá uma média de duas mil mortes diárias.

Em números absolutos, é o segundo país com o maior número de mortes registradas, estando atrás apenas dos Estados Unidos, que soma mais de  590.000 óbitos, segundo ranking da Universidade Johns Hopkins.

No ranking de contaminações o Brasil ocupa a 3ª posição, também atrás dos EUA e da Índia, aponta a Johns Hopkins.

Estados brasileiros

São Paulo é o estado brasileiro com o maior número de contaminações pela pandemia, são mais de 3 milhões de casos e cerca de 107 mil óbitos. Na sequência, vêm os estados de Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul; todos com mais de 1 milhão de infectados pela Covid-19.

Já em número de mortes, depois do estado de São Paulo aparece o Rio de Janeiro na segunda colocação, com quase 50 mil óbitos. Minas Gerais é o terceiro estado do país com mais mortes, somando quase 40 mil vidas perdidas. 

Após um período de desaceleração, com relativo controle nos índices e flexibilização nas medidas restritivas, os estados voltam a se organizar em meio à preocupação com a variante indiana e a possibilidade de uma terceira onda da pandemia. Nesta terça-feira (25), São Paulo iniciou um plano de medidas sanitárias para impedir a circulação de novas cepas na cidade.