Brasil passa de 1 milhão de casos confirmados de Covid-19

Fora o Brasil, apenas os EUA registraram mais de 1 milhão de casos da doença. No mundo, são mais de 8,5 milhões, segundo a universidade Johns Hopkins

ONG Rio de Paz instalou cruzes na Praia da Copacabana para lembrar mortos pela Covid-19
ONG Rio de Paz instalou cruzes na Praia da Copacabana para lembrar mortos pela Covid-19 Foto: Reprodução/Twitter/riodepaz

André Rosa, Bernardo Barbosa e Anna Satie,

da CNN em São Paulo

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O Brasil passou de 1 milhão de casos confirmados de Covid-19, mostram dados obtidos pela CNN junto a secretarias de saúde estaduais nesta sexta-feira (19). Até as 15h20, o país acumulava 1.008.072 registros de pessoas que têm ou tiveram a doença provocada pelo novo coronavírus.

Com isso, o Brasil passa a ser o segundo país no mundo a ultrapassar a marca de 1 milhão de casos de Covid-19, junto com os EUA. No planeta, já são 8,5 milhões de pessoas que contraíram a doença, segundo a universidade americana Johns Hopkins, que monitora dados da pandemia ao redor do mundo.

O número pode ser ainda maior, visto que esses são apenas os casos registrados pelas secretarias e uma porcentagem pequena da população foi testada até o momento.

Até 26 de maio, dado mais recente divulgado pelo Ministério da Saúde, 871.839 testes haviam sido feitos nos laboratórios públicos e nos cinco maiores laboratórios privados do país.

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A marca foi ultrapassada no mesmo dia em que o Ministério da Saúde publicou no Diário Oficial da União um conjunto de orientações para apoiar uma “retomada segura” das atividades.

Nesta quinta-feira (18), o balanço da pasta registrou, pelo terceiro dia consecutivo, mais de 1.200 novas mortes por Covid-19. 

Ainda nesta semana, a OMS (Organização Mundial da Saúde) disse que a rapidez do crescimento de casos no Brasil está diminuindo, mas que o momento ainda é de “extrema cautela” para evitar uma nova onda da doença.

“Certamente, o aumento do número de casos não está tão exponencial quanto antes. Há alguns sinais de estabilização”, disse o diretor executivo do órgão, Mike Ryan. “Mas já vimos isso acontecer antes. Pode haver sinais de estabilização por uns dias e a doença voltar a decolar”. 

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