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    Conheça os 4 diferentes tipos de dengue que circulam no Brasil

    Variações estão ligadas à possibilidade de reinfecção e, consequentemente, risco de forma hemorrágica da doença

    Dengue é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti e pode evoluir para quadros graves de saúde
    Dengue é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti e pode evoluir para quadros graves de saúde Banco de imagens/Pixabay

    Pedro N. Jordãoda CNN

    São Paulo

    Em destaque no Brasil atualmente — devido ao aumento de casos e da chegada do imunizante — a dengue possui quatro sorotipos diferentes (com distintos materiais genéticos e linhagens) em circulação no país.

    Esses tipos são nomeados: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4. Eles pertencem à família Flaviridae e são vírus que só contêm RNA na composição.

    O primeiro deles, o DEN-1, o que afeta mais a população brasileira e é considerado o mais transmissível dos quatro, podendo causar grandes epidemias rapidamente, segundo a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

    Apesar disso, ele é considerado o tipo que causa menos gravidade nos enfermos. Segundo a Fiocruz, o DEN-3 é o responsável por causa as consequências mais preocupantes da dengue.

    A ordem de potencial gravidade é: DEN-3, DEN-2, DEN-4 e DEN-1, do tipo mais perigoso para o menos.

    Quando uma pessoa adoece com dengue, tendo entrado em contato com qualquer um dos quatro tipos do vírus, e se recupera, ela passar a ficar imune aquele tipo.

    No entanto, ela ainda pode adoecer outras três vezes, caso seja infectado pelos outros tipos de dengue restantes.

    Ao se infectar pela segunda vez, o paciente corre grandes riscos de desenvolver formas mais graves da doença, inclusive a mais perigosa delas, conhecida como dengue hemorrágica.

    A dengue hemorrágica pode afetar pessoas de quaisquer idades, mas os idosos, pessoas que possuem doenças crônicas (como diabetes ou hipertensão) são os mais fragilizados diante dela.

    O Brasil é o segundo país da América Latina com o maior número de casos de dengue hemorrágica, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).