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    Coreia do Norte relata mais mortes e diz tomar “medidas rápidas” contra Covid-19

    Líder norte-coreano, Kim Jong Un, disse que a disseminação da Covid-19 gerou grande turbulência no país

    Byung Wook KimJosh Smithda Reuters

    Por Josh Smith e Byung Wook Kim, da Reuters

    A Coreia do Norte disse neste domingo (15) que um total de 42 pessoas morreram conforme o país iniciou seu quarto dia sob um bloqueio nacional destinado a interromper o primeiro surto confirmado de Covid-19 no país.

    A admissão da Coreia do Norte na quinta-feira de que está lutando contra um surto “explosivo” de Covid-19 levantou preocupações de que o vírus possa devastar um país com um sistema de saúde com poucos recursos, capacidades de teste limitadas e nenhum programa de vacinas.

     

    A agência de notícias estatal KCNA disse que o país está tomando “medidas de estado emergenciais rápidas” para controlar a epidemia, mas não há sinal de que Pyongyang esteja se movendo para aceitar ofertas internacionais de vacinas.

    “Todas as províncias, cidades e condados do país foram totalmente fechados e unidades de trabalho, unidades de produção e unidades residenciais isoladas desde a manhã de 12 de maio, e um exame rigoroso e intensivo de todas as pessoas está sendo realizado”, informou a KCNA neste domingo.

    Um dia antes, o líder norte-coreano, Kim Jong Un, disse que a disseminação da Covid-19 gerou “grande turbulência” no país e anunciou uma batalha total para superar o surto.